Perguntas?

52 comentários sobre “Perguntas?

  1. Caro Professor,

    Quero lhe parabenizar pelos comentários acerca do video “retrato favela” e agracedecer pela coragem de divulgar em contexto acadêmico.
    Acredito, que os alunos que tiveram acesso ao video, puderam também escutar as denúncias de inúmeros sujeitos que em pleno mundo pós moderno, “pós tudo” dividem seus espaços com ratos, conforme relatos dos moradores…
    Pessoas com seus direitos fundamentais negligenciados, valeu por promever essa reflexão, tenho certeza que esses alunos serão profissionais diferenciados.

    Penso, que para alguns protagonistas do video, só lhe resta o crack,tentar tira-lo, depende de dar algo em troca muito significante .

    Num contexto daquele: difícil e não usar…

    Axé!!
    Marcão

  2. Professor sou admirador do seu profundo trabalho.
    Gostaria de saber como falar com o Sr. pessoalmente, pois estou tendo muita dificuldade com um adolescente.
    Como poderei entrar em contato com o Sr.
    desde já adradeço.

    Obrigado

  3. Professor aqui vai meu email, não enviei na mensagem anterior.
    jcala@bol.com.br

  4. Lucineide Menezes

    Nery,

    sou grande admiradora dos seus trabalhos, desde que assistir a um documentario seu, exibido por uma professora na faculdade, me interessei por seus trabalhos, pois tenho meu pai e meu irmao sao dependentes quimicos, e nós familiares já nao sabemos mais o que fazer, gostariamos muito de colocar os dois para fazer um tratamento. mas nao temos condiçoes para tal. agora meu irmao está em Sao Paulo, já está sendo ameaçado por causa do vício, minha mae está desesperada.

    professor, o que podemos fazer?

  5. Querido Nery,

    Descobri este tesouro de blog. Estive me deliciando nos seus escritos.
    De agora em diante, seguirei seus passos também por aqui.
    Farei divulgação aos meus pares interessados.
    Parabéns pela iniciativa.
    Grande abraço.

    Valéria Jatobá

  6. Caro Professor Nery,

    Sou um admirador do seu trabalho. Em raras, mas felizes oportunidades, tenho visto entrevistas e pronunciamentos do senhor sobre a “praga” das drogas que infesta a sociedade em todos os níveis, e em todo o mundo.
    Sou pastor, líder de uma comunidade representativa, composta de famílias que carecem de maiores esclarecimentos para saber como enfrentar essa preocupante situação que direta ou indiretamente nos atinge.
    Acredito que o senhor seja uma pessoa de muitas ocupações e que deve ter uma agenda cheia de compromissos, mas ainda assim atrevo-me a perguntar-lhe se algum dia abriria espaço para vir falar para nossa comunidade a respeito do assunto, o que não só nos proporcionaria honra mas também seria de grande utilidade.
    No aguardo de contato para firmarmos esse possívelcompromisso,

    Pastor Alberto Sales

  7. Olá Prof Antonio Nery!
    Estou participando de um projeto de pesquisa onde o foco é a Toxicodependência na Juventude, que aborda também o Desafio do Poder Judiciario perante essa realidade. Pesquisando descobrir os artigos,que o senhor escreve e gostaria muito de falar com o senhor sobre o assunto.
    Desde de já agradeço a atenção e os Meus Parabéns pelas publicações.

  8. Olá, nery!

    Tudo bem?

    Meu nome é Edmundo, sou aluno de psicologia da unifacs e estou cursando atualmente o oitavo semestre. Tenho grande interesse em pesquisa versando sobre a toxicomania, este é o meu tema atual de trabalho no paper. Gostaria de saber se você teria algumas referências para me indicar. Já encontrei algumas, que abordam a toxicomania a partir do ponto de vista da psicanalise e, alguns textos que trazem o aporte da socioantropologia, inclusive textos do próprio macray, contudo acredito ainda ter pouco referência. Onde posso achar seus textos ? e quanto ao livros, poderia me indicar alguns ? Bom, desde já agradeço pela atenção e vou aproveitar para parabenizar pelo espaço criado aqui para dialogar com você. Mais uma vez, obrigado.

    Edmundo Pontes

    Psicologia – Unifacs

    8° semestre

  9. Denise Maria de Lima Ferreira

    Projeto “Consultorio de Rua” como meio de promocao a saude do idoso.
    Denise Ferreira
    Psicologa Consultorio de Rua
    Joao Pessoa-PB

  10. RODRIGO SANTA CRUZ FERNANDES

    Meu amigo Dr.Nery fico muito feliz que o seu belissimo trabalho vem crescendo cada vez mais. Eu tenho muito a lhe agradecer pois devido aos seus conselhos hoje cresci bastante e reflito muito sobre as suas palavras ditas e gostaria muito de lhe rever e poder converssar sobre meus ultimos 10 anos.

  11. Professor,
    Gostaria de fazer um convite ao senhor pra um debate.
    Como faço para enviar o convite?
    Abraço,
    André Fraga.

  12. Olá, conheci o trabalho do Sr. através de uma amiga, estou com problemas e gostaria de ajuda.

  13. Antes de qualquer outra palavra, parabéns pelo blog, pelo seu trabalho e pela maneira como o conduz. Meu nome é Albano Moura, sou estudante da Facom-UFBA, e alguns amigos meus já estagiaram no SETAD, tecem muitos elogios ao trabalho feito lá.

    gostaria de lhe fazer uma pergunta: você teria alguma referência de texto acadêmico, artigo, site ou blog que fale sobre a representação das drogas nos programas televisivos? estou á procura para uma pesquisa.
    parabéns novamente, um abraço!
    Albano Moura

  14. Caro Professor,

    Tenho andando aqui no Piauí inquieto com a relação determinista que tem se feito com o ser humano e uso de drogas…não por acha que uso de droga seja um problema mais por muitas vezes acreditar que muitos homens transformam em um Ícone…mas fico feliz por encontrar pessoas que tenham um outro olhar…aproveito para perguntar se você não teria alguma recomendação de leitura para me ajudar a avaliar o impacto dos serviço publico AD nas políticas sobre drogas, por exemplo o Caps Ad e seu impacto nas políticas, pois estarei realizando em um projeto de mestrado.

    Abraços e continuemos

    Ricardo Cruz

  15. Elizete dos Anjos

    Olá Professor

    Sou aluna do Bacharelado Interdisciplinar em Ciência e Tecnologia na UFBA, e junto a algumas colegas estamos desenvolvendo uma pesquisa sobre o consumo de Crack associado à cultura. Nossa pesquisa parte de uma abordagem sobre uma Campanha do Governo da Bahia no combate ao Crack intitulada:
    “Crack: é Cadeia ou Caixão”. Essa propaganda causou indignação por parte de profissionais de saúde, segurança e a sociedade que exigiram a retirada da propaganda alegando que muito se tem feito em detrimento dos usuários e sua recuperação e que a morte e cadeia não são as únicas consequências aos usuários da droga. Li seu artigo do dia 14/09/2010 e achei bastante pertinente.
    Tendo em vista que os usuários são vítimas do sistema econômico, social no qual o tráfico está envolvido, pretendemos em nossa pesquisa desmistificar a relação do crack como responsável pelos altos índices de morte ou prisão, relacionados aos aspectos científico-sócio-culturais. Demonstrando através de dados variados que ao usuário/dependente do crack existem opções que vão além de cadeia e/ou caixão.
    “Gostaríamos de saber seu posicionamento perante essa campanha e se possível discorresse sobre o objetivo de nossa pesquisa já que está previsto em nosso trabalho conter entrevista com profissionais e estudiosos da área sobre o tema abordado. Reconhecemos que seria uma importante contribuição para nosso trabalho”

    Aguardo retorno, grata pela atenção dispensada

  16. Caro Dr. Nery,

    Ouço sempre os seus programas através da rádio metrópole, preciso muito que me dê uma orientação com relação ao meu irmão, ele tem 30 anos, um filho de 9 anos, trabalhava normalmente, tinha um lar saudável junto com seu filho e esposa, mas desde outubro de 2010 começou a usar drogas (crake) enlouquecidamente…se transformou em outra pessoa.
    Para o sr. ter uma ideia não toma banho, saiu do emprego, vive como mendigo, as vezes sai nu pelas ruas da cidade, é violento com as pessoas mais proximas (filho/esposa), diz que vai nos matar a todos.
    Não sei como agir pois os hospitais psiquiátricos não atendem, pelo amor de Deus me dê uma luz….como deveremos proceder….POR FAVOR ME ORIENTE.

  17. Fabiana Almeida Arrais

    Pode nos ajudar?

    Caro Nery ,

    Boa noite!

    Gostaria de pedir sua ilustre ajuda para divulgar o nosso II Simpósio Internacional sobre Consciência.
    Nossa programação está no site http://www.simposioconsciencia.com.br
    Peço, se possível, que repasse este convite a sua diferenciada rede de constatos pessoais e profissionais.

    Atenciosamente

    Fundação OCIDEMNTE

  18. Vou ter meu primeiro contato com o Cetad no dia 10/11/2011, data esta conseguida com muito empenho pela minha amiga e psicóloga. Sou usuária de cocaína durante muito tempo e gostaria de saber se posso ter esperança em uma cura? Hoje estou sofrendo de síndrome do pânico e abstinência. Trato-me com Rivotril, mas nos finais de semana sempre bebo e uso cocaína pq não consigo resistir. Tenho 41 anos e sou mãe de 3 filhos, sendo a mais nova de 6 anos. Além de não ter mais saúde, deixo de pagar meus compromissos pra comprar droga. Acredite, quero deixar de usar qualquer droga lícita e ilícita. Além da beber e usar cocaína, fumo demais. Graças a Deus nunca usei crack e nem pretendo.

  19. Olá meu profinho querido!!! sou carol chacra, fui colega de isac, fred e gustavo…vc foi meu padrinho de formatura… Atraves de amigos da ruy peguei o seu endereço do blog, que maravilha!!1 fiz residencia multiprofissional em saude da familia, faço formação clinica e morei 1 ano e meio no rj mas estou de volta. Gostaria de saber se ha processo seletivo para atuar no PONTO DE ENCONTRO, ou é algo apenas academico.

    parabens por tudo…vc sempre sera uma referencia!! um mestre!!!

    abraços carol chacra
    carol_chacra@hotmail.com

  20. professor
    estamos precisando de pessoas assim ,humana.
    sou uma mãe igual a muitas desisperda com medo das dorgas ,estou com problemas com meu filho e não sei como ajudar,me ajude a ajudar

    ab
    aliancac@bol.com.br

  21. Caro Dr. Nery,

    Eu sou Rafaela Seixas Fontes, aluna da Faculdade de Direito da UFBA e estagiaria da divisao de Alcool e abuso de substancias, coordenada pela Dra. Maristela Monteiro da Organizacao Panamericana de Saude (OPAS).

    Eu venho, em nome da OPAS, comunicar a intencao desta ultima em primeiramente catalogar e desenvolver cooperacao entre as organizacoes que trabalham com reducao de danos primeiramente no Brasil e depois na America Latina. Para isto, estamos no processo de elaboracao de um questionário para enviar para as associacoes, para saber mais sobre o tipo de trabalho que fazem, população que atendem, financiamento que recebem (se federal, estadual, privado) e que serviços prestam, para entao podermos ter uma idéia melhor sobre as necessidades e áreas de trabalho que poderiam ser desenvolvidas regionalmente para apoiar programas e disseminar boas praticas.

    Devido a sua vasta experiencia na area de reducao de danos, gostaria de solicita-lo a sua colaboracao para que possamos apontar no questionario os melhores criterios para se avaliar instituicoes de reducao de danos.

    Eu estou tentando entrar em contato com o sr ja ha algum tempo. Mas, o email ‘neryfilho@uol.com.br’ parece nao funcionar, pois a menssagem sempre volta. Gostaria de pedir o seu contato para lhe enviar o draft do questionario que estamos elaborando. Gostaria de pedi-lo tambem o contato do Prof. Tarcisio Andrade.

    Atenciosamente,
    Rafaela Seixas
    Research Associate
    Division for Alcohol and Substance Abuse
    Pan American Health Organization/World Health Organization
    525, 23rd St NW, Washington DC, 20037, USA
    +1 (202) 531-6118

  22. querido professor neri meu nome e adriana na minha cidade já saiu o consultorio e eu vou me es crever para trabalha no consultorio mais gostaria da sua ajuda pois te nho muitas duvisa vou me escrever na segunda feira e stou com um pouquinho de medeo do que vou responde no questio nario porque e me u sonho tr abalha no consultorio gos to muito disso eu ja trabalho no caps ad da minha cidade

    • Adriana,
      Qual a sua cidade?
      Para trabalhar no Consultório de Rua considero necessário uma boa informação sobre os usuários e as substâncias psicoativas; além disso, o profissional deve estar motivado para o difícil e surpreendente trabalho na rua, sem a proteção das paredes institucionais. Tudo é possível e rápido. Então, boa sorte.

  23. rosanne jessouroun

    Professor Nery, gostaria de conversar com o senhor sobre Tabagismo. Sou psicóloga, tenho interesse em aprofundar os conhecimentos pois implantamos O PNCT numa Unidade de Saude do Municipio. Mandei um e mail para o senhor com algumas duvidas e um artigo. Aguardo. Atenciosamente, rosanne

  24. Professor admiro e parebenizo sua proposta estratégica do Consultório de Rua!! Sou acompanhante terapêutica (at) e acho a estratégia do Consultório de Rua muito próxima dessa atividade que exerço que chama-se Acompanhamento Terapêutuco (AT).
    Penso que na cidade onde moro, Ribeirão Preto, interior de São Paulo, há demanda mais que suficiente para se ter impelmentada a estratégia do Consultório de Rua .
    Ocorre que aqui, historicamente, a prefeitura não prioriza o setor saúde mental como deveria e além disso a demanda de usuários AD cresce a cada dia. Como não estou ligada a nenhum órgão público, gostaria de sua ajuda sobre a possibilidade de trabalhar com a estratégia Consultório de Rua no setor privado e dai trabalhar-se na perspectiva de sensibilização do setor público, o senhor poderia me ajudar??
    Obrigada pela atenção e fico no aguardo!
    Ana Celeste.
    anaceleste2006@gmail.com

  25. josé mário ferraz

    Salve Professor Nery. Gostaria de fazer um exame médico com o senhor, mas não encontrei o endereço.

  26. Elaine Fernandes da Cunha Mesquita

    Meu querido professor e doutor Antônio Nery,
    Saudades de sua fala poética e reflexiva… Saudades de sua pessoa: forte, carismática e acima de tudo respeitosa…
    Continuamos nossa luta, aqui em Goiânia. Neste ano trouxemos o Dartiu, com sua fala ponderada, com seus dados científicos, e tbém com a mesma concordância em relação à clínica da Toxicomania…
    Imagine se pudéssemos tê-los ( o Senhor e ele), juntos, num mesmo seminário: seria fantástico….
    Abraços saudosos!!!

    Elaine Mesquita – Goiânia – Goiás

  27. Patr´cia Cardooso Silva de Souza

    Professor bom dia, como falar com o Senhor pessoalmente? Tenho um filho adolescente usuario de maconha, o que tem causado grandes transtornos familiares!!
    Atenciosamente
    Patricia Cardoso

  28. Ana Paula Alves Silva Barreto

    Professor NerY,

    Já o ouvi falar três vezes e meu coração pulsou pela certeza de que é nesta área que irei dedicar minha especialização. Desde os 18 anos iniciei trabalho voluntário com pessoas dependentes de substâncias psicoativas…lá em Recife e desde então essa é a aréa pela qual me apaixonei, mas não me aprofundei academicamente. Já estou com 38 anos, moro em Lauro de Freitas e sou assistente social. No momento me afastei do trabalho e planejo estudar melhor já que a prática na tuação profissional com dependentes existe a muitoss anos. Gostaria de sua orientação sobre pós ou mestrado nesta área. Não tenho mais tempo a perder e é isso que quero e agora é o tempo. Sei que és muito ocupado mas seria uma honra conversar pessoalmente. Ana Paula Alves Silva Barreto. 8874 9144.

  29. Professor Nery, serei seu aluno de ética na Faculdade de Medicina no próximo semestre, e gostaria de propor como um dos temas de discussão, o fenômeno de indivíduos que mantem um doença, ou mantem um provedor de benefício social preso a sua doença para obter a continuidade de recebimento do benefício. Perpassando pela discussão do paradigma do corpo e da decisão de um individuo prejudicar parte do corpo para preservar o todo.

  30. Caro professor,
    Meu nome e Simone e sou estudante de Serviço Social, estou em criação de um trabalho acadêmico e o tema e sobre como podemos minimizar que as crianças e adolescentes adentrem ao mundo das drogras. Escolhi esse tema por motivo de viver em Simões Filho, uma cidade que está muito violenta e perpetua o aumento de crianças envolvidas com o consumo e trafico. Além de mim dar estimulo por ser um assunto arduo e debilitado, que está fujindo do controle do Estado e precisamos de politicas publicas e politicas socias para dar suporte a esses individuos.
    Mais minha duvida professor e como achar material que fale da contribuição do Serviço Social para esta problematica, além de propor e conscientizar sobre os seus direitos, que medidas tomamos para amenizar essa questão social que vem aumentando.
    Perpetuo constamente jovens sendo morto por esta envolvido e familias sendo destruidas e com isso minha sede aumenta mais ainda, estou elaborando um projeto para a disciplina de pesquisa e quero contribuir de forma indireta e direta para essa problematica, mais preciso de ajuda para indicação de livros e artigos e se possivel uma sujestão para meu tema.
    Por favor mim der uma indicação ou opinião , meu email: magalhaessilva22@hotmail.com
    Outra pergunta como faço para mim escrever no consultorio de rua

  31. Nery, boa tarde. Sou sua ex-aluna da Ruy e, apesar de não trabalhar com a questão das drogas, acompanho sempre seus posicionamentos e penso que, sem dúvida, é uma das cabeças mais lúcidas para problematizar o tema num alto nível de discussão. A minha “pergunta-sugestão” é: por que vc não coloca um link do seu blog no facebook, ou mesmo cria uma fanpage para divulgar seus posts? apesar dos pesares, este tem sido um espaço profícuo de discussões, de compartilhamento de informações, contágio de pessoas, de mobilização coletiva. Fica a dica! Abraços, Maria Beatriz

  32. Quem fala com propriedade, experiência e inteligência não deve ficar em silêncio. Sempre que leio seus posts sinto que nem tudo está perdido, digo, pode ser mudado. Para tanto só é necessário que pessoas ouçam e compreendam as necessidades mínimas de dependentes químicos. Não podemos no meu entender atribuir culpas, precisamos de empenho e criatividade para criar soluções. É um trabalho árduo que não proporciona prêmios ou promoções, apenas a vaga sensação de estar cumprindo a promessa de amar a seu próximo como a si mesmo.
    Obrigada por “quebrar” o silêncio.
    Abraços.
    V. Damiani.

  33. Professor!

    Como o senhor percebe a relação entre humanização em saúde e atendimento à pessoa em situação de rua ? Penso que o consultório de/na rua enquanto proposta de saúde possui o diferencial de (quase ter que) ter essa humanização, mas isso são desdobramentos e discussão futura que gostaria de ter. abraços,

  34. Bruno marschnerf

    Boa noite, sou do Rio de janeiro, e confesso, que não lhe conhecia, talvez pela minha vida atribulada , 63 anos de correria, criei 2 filhos , 30 e 34 anos, com o cuidado de livra los do maior mal : drogas, depois cultura, e depois pude deixa los á vida. mas isso pouco importa para o que tenho a lhe dizer ,,nesse momento, ouvi sua entrevista , que por sorte saiu no blog do Juca , no uol, fiquei impressionado pela forma que vc ( se me permite chama- lo assim) em poucos minutos, narrou de forma esclarecedora , o terrivel descaso das autoridades para um problema contundente, que tocou minha sensibilidade, meu sentimento e respeito pelas autoridades,
    A voce minha , admiração e pode apostar, a partir de agora, serei leitor assiduo de seu blog , e farei o possivel, para que meus companheeiros, amigos, funcionarios, me acompanhem.
    um grande abraço
    e muito grato por suas palavras

  35. Prezado Prof. Nery,

    Gostaria de convidá-lo para o Seminário Latino Americano de Saúde Mental e Justiça Juvenil, a se realizar nos dias 27 e 28 de maio, em São Paulo. O Evento é promovido pela ANCED – Associação Nacional dos Centros de Defesa da Criança e do Adolescente, da qual faço parte da Coordenação Colegiada. Sua participação enquanto Palestrante, seria no dia 27/05, na 3ª Mesa: Políticas Públicas de Saúde Mental e Drogadição (2ª parte, que tratará das experiências exitosas), horário das 16hs. Não tenho como anexar a programação, mas, se o Senhor tiver disponibilidade e aceitar o convite, me mande seu email para que eu possa mandar a programação e acertarmos sua ida. Grata.
    Att,
    Márcia Gatto

  36. Olá, Doutor. Por favor, gostaria muito, mas muito mesmo de explicações a respeito do Ponto de Encontro do St. Antonio, fiquei sabendo que o senhor é um dos responsáveis pelo serviço. Quero saber quem ou o quê é responsável pela escolha do local. A iniciativa é válida, as pessoas precisam ser tratadas e reabilitadas, porém, o que foi implantado lá foi um grande erro que só está trazendo problemas para àrea. Me responda: Está certo tirar a escola de um bairro? A região da 28 de Setembro tem inúmeros casarões abandonados que serviriam perfeitamente pra implantar o serviço e seria justamente em dos maiores focos de venda e uso de droga da região. A incidência de assaltos e furtos no St. Antonio além do Carmo/ Barbalho, subiu drasticamente depois desse centro, o Boqueirão virou um reflexo de cracolândia, ficam todos jogados por ali pelas calçadas, mais fora do que dentro, sujando a rua, intimidando e assaltando os moradores. Já não bastava os pivetes e assaltantes de moto aterrorizarem a área, agora mais essa! “Ninguém pode mais ir na padaria em paz.” ISSO PRECISA SER DESATIVADO E COLOCADO EM OUTRO LUGAR. O povo já protestou, já fez abaixo assinado, antes e depois do PE e não deu em nada, as autoridades não deram atenção ao desejo dos moradores, todo mundo já sabia o que ia acontecer. Espero que o senhor dê atenção a isso e reveja com os responsáveis um outro casarão para ser colocado e devolver a Escola Marquês de Abrantes para os moradores. Educação não se diminui, se amplia, reforma. Esse ponto de encontro está se tornando um câncer numa região tão tradicional e turística.

    • Senhor Jajá Cardoso,
      Esta resposta é desnecessária e fora de tempo, posto que seus questionamentos datam de agosto de 2013, quase um ano. O Ponto de Encontro, como o Senhor já sabe, foi transformado numa atividade – protegida por Irmã Dulce, a Santa dos Pobres e excluídos, não se esqueça-, denominada “Centro de Convivência Irmã Dulce dos Pobres”. A bem da verdade, a casa onde funcionou a Escola Marques de Abrantes, estava fechada há três anos, quando a visitamos e escolhemos para ser o lugar de acolhimento dos miseráveis, sujos e insuportáveis “quase humanos”, do Centro Histórico, em particular, do Santo Antonio/Pelourinho. Sempre me indignou saber que os muitos moradores desta região, que tão duramente trabalharam para o fechamento do Ponto de Encontro, moveram-se pouco, ou melhor, nunca se moveram com a ferocidade necessária para que aquela escola jamais tivesse sido fechada e abandonada. A informação que tenho, e que me recuso acreditar, é que a escola fechou por falta de alunos. Se isto foi verdade, muitos deveriam cobrir-se com o manto da vergonha. Saímos do Santo Antonio para o regozijo de muitos e a tristeza dos que foram acolhidos, sem restrições, muitos deles(as), pela primeira vez chamados por seus verdadeiros nomes. Senhor Jajá, o Ponto de Encontro, tornou-se Ponto de Cidadania, instalado em dispositivo móvel, adaptado, na Praça das Mãos e, breve no Pela Porco. Continuaremos criando possibilidades para os “destituídos da sorte”, mesmo que isto incomode aos que têm identidade civil, CPF, comprovante de endereço, emprego, escolaridade, plano de saúde e votam, nem sempre bem. Não sei como estes se haverão no dia do Juízo Final. Mas isto, é com o Altíssimo.
      Antonio Nery Filho

      • A Senhora tem razão, uma imagem vale mais do que discursos. Gostaria de poder postar as fotos dos almoços, aniversários, reuniões, cursos profissionalizante e, sobretudo, as fotos em que os desdentados, sorriam com uma alegria de emocionar e levar às lágrimas, como levou, muitos dos que trabalharam no Ponto de Encontro. As fotos continuam conosco, no CETAD. O filme com a trilha sonora ” A nossa casa…” cantada pelos muitos frequentadores do Ponto de Encontro, foi apresentado numa reunião internacional e aplaudido de pé. Patrícia Flach, não teve voz para agradecer. A Senhora tem razão, nosso trabalho gerou muita raiva nos que ficaram de fora, na calçada da igreja (fechada). A droga, agressividade, ameaças, eram as únicas formas de se fazerem visíveis e ouvidos. Pena que não tiveram tempo de serem incluídos.

  37. UMA COMISSÃO – DA PAZ que está com 1200 assinaturas solicitando A REALOCAÇÃO de seu projeto instalado no Santo Antônio Além do Carmo, que tem esta visão de um importante psiquiatra : “Não podemos transplantar uma população com o controle psicomotor fragilizado pelas drogas, muitos fora da lei, e obrigarmos a convivência com uma população estabelecida dentro das normas sociais. Principalmente o Santo Antônio Além do Carmo, que tem uma grande população de idosos que trazem na memória a história do bairro, onde prevalece uma especial convivência, com equilíbrio; relações tradicionais e saudáveis”. Dr. Ricardo Chemas – Psiquiatra.” POIS BEM o chefe de gabinete do governador ao receber o abaixo assinado com imagens chocantes que comprovam que: seu projeto reduz danos em 40 pessoa e provoca danos em mais de três mil pessoas, nos disse: “NERY DISSE UMA COISA E FEZ OUTRA!”. O que o senhor tem a dizer?

    • Senhora Lúcia Correia de Lima,
      O que tenho a dizer? O de sempre: trabalhei pela abertura de lugares para onde os que não têm lugar algum, pudessem ir. Continuo trabalhando. Patrícia Flach, que dirigiu o Ponto de Encontro do Santo Antonio, agora coordena atividade chamada “Ponto de Cidadania”, na Praça das Mãos e no Pela Porco, não tão longe do Santo Antonio, que, aliás, continua nos protegendo.
      Antonio Nery Filho

  38. Dr. Nery

    Gostaria de saber se a Cetad promove trabalhos voluntários para dependentes químicos.tenho uma pessoa da família que está atualmente em uma casa de recuperação e sairá em dezembro.

    Em caso positivo,qual a pessoa para contato e telefone?
    grata
    isabela flores

  39. Renato Guimarães

    Professor, boa noite! Visitei o CETAD através da instituição em que estou terminando minha graduação em psicologia, fiquei muito impressionado com o trabalho realizado lá. Soube também que voces possuem uma especialização. Onde posso ter informações sobre a mesma? Att. Renato

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